1. Sagradas Peregrinações *
Os fiéis, peregrinos de esperança, poderão obter a Indulgência Jubilar concedida pelo Santo Padre nas Piedosas Peregrinações que ao longo do ano serão acolhidas na Igreja da Lapa.
2. Ações pastorais- caminhos de fé e conversão
No espírito do Jubileu, a Igreja da Lapa convida todos a viverem uma autêntica renovação espiritual. Através dos sacramentos, da oração e da reflexão, este será um tempo favorável para o encontro com Deus e para fortalecer a fé na comunidade.
– Sacramento da Reconciliação
O perdão é um dos dons mais preciosos do Jubileu. Para que todos possam experimentar a misericórdia divina, haverá confissões nos seguintes horários:
– Terça-feira a sábado – 9h30 às 11h00
– Terça-feira a sexta-feira – 19h00
– Recitação do Terço
Em maio e outubro, meses dedicados a Nossa Senhora, a Igreja da Lapa convida à Oração Mariana, meditando os mistérios da fé às 18h45.
– Via Sacra e Oração de Vésperas
Nas sextas-feiras da Quaresma, às 18h45, viveremos juntos a Paixão do Senhor na meditação da Via Sacra, seguida das Vésperas, num profundo espírito de contemplação.
– Entronização da Cruz pelos Jovens
No início da Quaresma, os jovens serão protagonistas de um gesto simbólico de grande significado: a entronização da Cruz na Quarta-feira de Cinzas, às 19h00, marcando o compromisso de viver este tempo de conversão e esperança.
3. Jubileu dos Enfermos – a Esperança que Cura e a Misericórdia que Renova
O Jubileu dos Enfermos é um tempo de graça, no qual Cristo, o Bom Samaritano, se faz próximo de cada um, oferecendo conforto e esperança. Neste Ano Jubilar, a Igreja da Lapa abre as suas portas para acolher de forma especial todos os que vivem a fragilidade da doença.
06 de abril | 12h00 – Santa Missa com Unção dos Enfermos e bênção especial para cuidadores e profissionais de saúde.
4. Jubileu das Irmandades
De 16 a 18 de maio, a Igreja da Lapa será o ponto de encontro das Irmandades da Cidade do Porto, num tempo de partilha, devoção e fortalecimento dos laços entre estas comunidades de fé que, em conjunto, preparam um programa de celebração jubilar.
– O Som do Jubileu*
A música tem o poder de elevar a alma e transformar corações. A Igreja da Lapa acolherá um Grande Concerto Coral Sinfónico, celebrando a fé, a esperança e a beleza da espiritualidade cristã, e testemunhando a comunhão e a missão que une as Irmandades da cidade do Porto.
– Peregrinação das Irmandades à Igreja da Lapa | 18 de maio – 10h00
As Irmandades, como testemunhas vivas da tradição cristã, farão uma peregrinação jubilar à Igreja da Lapa, reafirmando o seu compromisso com a missão e os valores da Igreja.
– Celebração Eucarística Solene | 18 de maio – 12h00
Eucaristia Solene com a concessão da Bênção Papal e Indulgência Plenária, coroando este momento de graça jubilar.
Reflexões Jubilares *
Momentos de reflexão sobre o significado do Jubileu, a sua história e impacto espiritual, cultural e social, a decorrer em todas as Irmandades ao longo do ano jubilar.
Irmandade da lapa – A Música Sacra e a Espiritualidade do Jubileu
– Roteiro Jubilar pelo Porto
As Irmandades da cidade do Porto abrem as suas portas para um Roteiro Jubilar, proporcionando um percurso de cultura e espiritualidade, com visitas orientadas gratuitas.
17 de maio | 14h30 – Visita à Casa da Irmandade e à Igreja e Cemitério da lapa
5. Recitais de Órgão Jubilar
Recitais de Verão que celebrarão o Jubileu através da grandiosidade do órgão da Igreja da Lapa, promovendo a música sacra como meio de elevação espiritual e enriquecimento cultural.
Junho, Julho e Setembro, às 18h de sábado, quinzenalmente, antes da missa vespertina
6. Reflexão | Oração – Caminhos de Esperança no Jubileu
O Jubileu é um tempo de graça e renovação espiritual, convidando-nos à reflexão sobre a fé, a misericórdia e a esperança. No espírito deste Ano Santo, a Igreja da Lapa promove dois momentos de aprofundamento e partilha, nos quais seremos guiados por ilustres conferencistas.
Junho – Esperança na doença, na morte e no luto
– Dr. Filipe Almeida, consultor da Academia Pontifícia para a Vida
Outubro – O Jubileu e a Esperança
– Bispo D. António Taipa, biblista e bispo auxiliar emérito do Porto
7. Concurso – Olhares do Jubileu – Igreja da Lapa
Promover a reflexão sobre o significado do Jubileu através da arte fotográfica, capturando a espiritualidade, arquitetura e momentos vividos na Igreja da Lapa durante o Ano Santo.
Temas:
• Fé e Devoção – imagens de oração, gestos de fé e participação na vida religiosa.
• A Beleza da Igreja da Lapa – realce da arquitetura, vitrais, altar e outros elementos simbólicos.
• Luz e Esperança – jogo de luzes e sombras que transmitam a mensagem do Jubileu.
* As datas de todos os eventos serão anunciadas mensalmente e poderão ser consultadas aqui no programa do Jubileu ou na Agenda do site.
“Jubileu” é o nome de um ano particular: parece derivar do instrumento que se usava para indicar o seu início; trata-se do yobel, o chifre do carneiro, cujo som anuncia o Dia da Expiação (Yom Kippur). Esta festa recorre a cada ano, mas assume um significado especial quando coincide com o início do ano jubilar.
Encontramos uma primeira ideia disto na Bíblia: o ano jubilar tinha que ser convocada a cada 50 anos, já que era o ano “extra”, a mais, que se vivia cada sete semanas de anos (cf. Lv 25,8-13). Ainda que fosse difícil de realizar, foi proposto como ocasião para restabelecer uma correta relação com Deus, entre as pessoas e com a criação, e implicava a remissão de dívidas, a restituição de terrenos arrendados e o repouso da terra.
Citando o profeta Isaías, o evangelho segundo Lucas descreve desta forma também a missão de Jesus: “O Espírito do Senhor está sobre mim, porque Ele me ungiu para anunciar a boa nova aos pobres. Enviou-me a proclamar a redenção aos cativos e a vista aos cegos, a restituir a liberdade aos oprimidos, a proclamar o ano da graça do Senhor” (Lc 4,18-19; cf. Is 61,1-2). Estas palavras de Jesus tornaram-se também ações de libertação e de conversão no quotidiano dos seus encontros e das suas relações.
Bonifácio VIII em 1300 proclamou o primeiro Jubileu, também chamado de “Ano Santo”, porque é um tempo no qual se experimenta que a santidade de Deus nos transforma. A sua frequência mudou ao longo do tempo: no início era a cada 100 anos; passou para 50 anos em 1343 com Clemente VI e para 25 em 1470 com Paulo II. Também há jubileus “extraordinários”: por exemplo, em 1933 Pio XI quis recordar o aniversário da Redenção e em 2015 o Papa Francisco proclamou o Ano da Misericórdia. A forma de celebrar estes anos também foi diferente: na sua origem, fazia-se a visita às Basílicas romanas de São Pedro e São Paulo, portanto uma peregrinação, mais tarde foram-se acrescentando outros sinais, como a Porta Santa. Ao participar no Ano Santo, vive-se a indulgência plenária.
Fonte: https://www.iubilaeum2025.va/
Como o Jubileu é um evento do povo, o Jubileu 2025 vai ao encontro desse espírito com o lema Peregrinos da Esperança.
Este Jubileu para além das atividades religiosas, inclui atividades culturais e tem uma dimensão ecuménica, universal, com templos de outras comunidades cristãs. Inclui uma rota na cidade de Roma, designada de “Europa em Roma”, com paragens em 28 igrejas e basílicas, todas ligadas a países europeus por razões culturais ou artísticas ou por uma tradição de acolhimento de peregrinos de um determinado país da União Europeia.
A Igreja de Santo António dos Portugueses é a igreja que representa o nosso país.
O Ano Santo iniciou-se em Roma, a 24 de dezembro de 2024, com a abertura simbólica da Porta Santa da Basílica de São Pedro pelo Papa Francisco.
Terá dois encerramentos: a 28 de dezembro de 2025, proceder-se-á ao encerramento nas igrejas diocesanas e a 6 de janeiro de 2026, será o encerramento da Porta Santa da Basílica de São Pedro.
Estamos a viver um Ano Santo, este Jubileu de 2025. É ocasião de grandes alegrias que, certamente, decorrerão da forma como o vivermos e ajudarão a transformar a nossa vida.
O Jubileu já era celebrado nos tempos do Antigo Testamento e era um ano particular, convocado de 50 em 50 anos, como como podemos ler em Levítico (cf. Lv 25, 8-13). Era o ano “extra”, vivido após as sete semanas de anos (7×7=49). No Antigo Testamento, a sua celebração propunha que fosse uma ocasião para restabelecer uma correta relação com Deus, com os outros e com a criação, o que implicava perdão de dívidas, libertação dos escravos, restituição de terrenos arrendados e o repouso da terra que não seria cultivada nesse ano.
Esta tradição judaica foi recuperada para a nossa Igreja em 1300 pelo Papa Bonifácio VIII e era celebrada de 100 em 100 anos, até que, em 1470 o Papa Paulo II estabeleceu o intervalo de 25 anos.
O Jubileu 2025 foi estabelecido pelo Papa Francisco, sob o lema de Peregrinos de Esperança, pois é importante manter acesa essa chama, que parece perdida entre a suas irmãs, a Fé e a Caridade. É a esperança que nos permite fazer o possível para que cada um recupere a força e a certeza de olhar para o futuro com espírito aberto, coração confiante e mente clarividente. Para podermos viver este ano como uma chamada à libertação, ao perdão, à reconciliação e ao restabelecimento de uma ordem social mais justa.
Primeiro se abraça ao que a todos une: a Cruz. Não é uma cruz estática: ela está inclinada para o lado da humanidade e termina em forma de âncora, símbolo da segurança quando o mar está agitado na nossa vida e nos convida ao medo e até desespero. É nessa Cruz que, todos nós e não apenas individualmente, encontramos a esperança, também sublinhada na escolha da cor verde.
As datas de todas as Peregrinações poderão ser consultadas na Agenda do site.
Olhares do Jubileu – Igreja da Lapa
Concurso de fotografia
1. OBJETO
O Concurso de Fotografia “Olhares do Jubileu – Igreja da Lapa” insere-se nas celebrações do Jubileu 2025 e pretende promover a reflexão sobre o significado do Jubileu através da arte fotográfica, capturando a espiritualidade, a arquitetura, a arte sacra, a devoção e outros momentos vividos na Igreja da Lapa durante o Ano Santo.
2. TEMAS
3. PARTICIPANTES
4. FORMATO E ENVIO
5. PRAZOS
6. JÚRI
O júri será composto por três a cinco elementos, incluindo um representante da Irmandade da Lapa, um fotógrafo profissional e um especialista em história.
7. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
As fotografias serão avaliadas com base nos seguintes critérios:
8. PRÉMIOS
Serão atribuídos prémios aos três melhores trabalhos:
9. EXPOSIÇÃO
As melhores fotografias serão selecionadas para uma exposição na Galeria dos Retratos da Igreja da Lapa e poderão ser incluídas em publicações da Irmandade da Lapa, em suporte físico ou digital.
10. DIREITOS DE PROPRIEDADE INTELECTUAL
Ao participar no concurso, os concorrentes autorizam a Irmandade da Lapa a usar as imagens, sem limite de tempo e para qualquer tipo de utilização institucional, incluindo divulgação, exposições, publicações impressas e digitais, redes sociais e material promocional, sempre com a devida referência ao autor. Os participantes renunciam a qualquer reivindicação financeira relativa ao uso das imagens cedidas.
11. TRATAMENTO DE DADOS PESSOAIS
Os dados pessoais recolhidos no ato da inscrição para o presente concurso servem unicamente para comunicar com os autores concorrentes no âmbito do presente regulamento, no estrito cumprimento do Regulamento Europeu de Proteção de Dados e demais legislação nacional e comunitária em matéria de segurança e proteção de dados pessoais, assim como de acordo com a Política de Privacidade e de Tratamento de Dados da Instituição.
11. DISPOSIÇÕES FINAIS
Geral/General: 225 502 828
Igreja/Church: 222 001 369
Cemitério/Cemetery: 223 289 317
(Chamada rede fixa nacional)
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